Em momentos de recessão econômica e falta de oportunidades de emprego, muitas pessoas são obrigadas a buscar fontes alternativas de renda. Doces feitos por encomenda, venda de bijuterias e comercialização de cosméticos são algumas das atividades que têm tirado muitas famílias do sufoco. Além disso, há quem enxergue o momento de crise como a oportunidade para mudar o foco profissional. É nesse ponto que o olhar do indivíduo muda sobre a carreira profissional e ele decide abrir o próprio negócio. Essa é uma realidade quem vem fomentando o surgimento de novos empreendedores no Brasil. Prova disso é o levantamento feito pela Unitfour, o qual revela que, em 2016, o número de novos empreendedores subiu para 20%, comparado ao ano anterior. Para que você compreenda melhor esse panorama, trouxemos algumas informações que explicam como o desemprego favorece o surgimento de novos empreendedores. Vamos lá?

Desemprego contribui para o surgimento de novos empreendedores

Não se pode negar que o desemprego tem assombrado o Brasil. Afinal, foram demitidas 751.816 pessoas só no período entre janeiro e outubro de 2016, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho. Mas, também é inquestionável o poder transformador que os momentos de crise exercem na vida das pessoas. A seguir, você confere caminhos que têm contribuído para o surgimento de novos empreendedores.

Consequências do o surgimento de novos empreendedores.

Investimento em franquias

No segmento comercial brasileiro, é comum encontrarmos redes de supermercados, cafés e lanchonetes que abrem franquias dos seus negócios. Nesse sistema, é como se o investidor estivesse autorizado a usar uma determinada marca com todo os seus produtos e/ou serviços. Quem cede os direitos é chamado de franqueador e quem recebe, franqueado.

Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) comprovam que essa modalidade de negócios vem crescendo no Brasil. O setor de franquias cresceu 9,2%, no primeiro trimestre de 2016, faturando R$ 31,3 bilhões. Um dos principais fatores que levam as pessoas a apostarem em franquias como negócio próprio é a possibilidade de se investir em uma marca com a imagem já consolidada no mercado.

Compra de participações em empresas

Uma outra modalidade de negócios que tem contribuído para o surgimento de novos empreendedores brasileiros é a compra de participações em empresas já estabelecidas no mercado. Nesse modelo, o investidor compra um percentual de ações em uma empresa, tornando-se sócio de um ou mais donos. Isso não significa que, ao comprar as participações, o investidor se tornará automaticamente o presidente do empreendimento, apesar de que todos os sócios envolvidos devem responder pelas obrigações fiscais e financeiras da empresa em questão.

Tendência de empresas orgânicas

Empresas orgânicas se fortalecem a cada ano em virtude da descrença dos novos empreendedores em relação modelo mecanicista de empresas. Organizações orgânicas integram à cultura empresarial os aspectos comuns a um ser vivo, considerando as particularidade de cada funcionário que, na realidade, é visto como um colaborador e não como uma mera peça da engrenagem do processo produtivo. Há quem acredite que as empresas orgânicas têm um poder de alto de crescimento, sobressaindo-se em relação às organizações tradicionais focadas em resultados e processos. O autor brasileiro na área de administração, Chiavenato, é um defensor dessa perspectiva.

Micoreempredorismo individual

No Brasil, onde 27% do Produto Interno Bruto (PIB) é gerado pelas atividades de micro e pequenas empresas, de acordo com o Sebrae, microempreendedores individuais veem a necessidade de se regulamentar, emitindo o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e se cadastrar no Portal do Empreendedor. O processo é simples, basta preencher um formulário com os dados pessoais e as informações sobre o empreendimento. Após concluir o cadastro, a pessoa passará a contribuir com 5% do valor do salário mínimo para o INSS. Para indústrias e comércios, cobra-se R$ 1 a mais correspondentes ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Já para serviços, cobra-se R$ 5 a mais de Imposto Sobre Serviços (ISS) ou R$ 6 para negócios ligados ao comércio ou que oferecem mais de um serviço.

É possível se estabilizar financeiramente sendo empreendedor!

Sem dúvidas, para se tornar um empreendedor é necessário ter uma visão clínica do mercado, noções administrativas e conhecimentos de marketing. Além desses fatores, não podemos esquecer que ter os pés no chão é fundamental. Nesse aspecto, o consultor financeiro pessoal da Bremenkamp Consultoria Financeira oferece ao empreendedor um olhar administrativo sobre o seu próprio capital. É por esses motivos que contribuímos para o surgimento de novos empreendedores no Brasil. A fim de saber mais sobre nossa consultoria financeira pessoal? Então, marque já a primeira reunião, que é gratuita, e obtenha a orientação necessária para empreender!

 

Veja também:
consultor de investimentos
consultor financeiro pessoal RJ



× Fale comigo!