Evitar erros no controle financeiro pessoal é fundamental para quem deseja se manter livre das dívidas e projetar um futuro próspero. Identificando despesas e administrando a renda, muitas pessoas conseguem evitar a contração de dívidas. Porém, há indivíduos que, por falta de conhecimento financeiro aprofundado, acabam errando na hora de administrar as finanças.

Para ajudar você, que deseja administrar a sua renda de maneira eficiente, nós, da Bremenkamp Consultoria Financeira, listamos os principais erros no controle financeiro pessoal. Fique atento a eles e mantenha a sua vida financeira estabilizada!

5 erros no controle financeiro pessoal

principais erros no controle financeiro pessoal

 

1. Descontrole sobre o dinheiro que entra e o que sai

Sem saber o quanto você recebe em um mês e o quanto é destinado ao pagamento de dívidas, contas e mensalidades, inevitavelmente seu controle financeiro ficará prejudicado. Em poucas palavras, você terá a sensação de que o dinheiro que entra é pouco para o seu sustento.

Muitas pessoas sequer conseguem identificar quando estão endividadas, porque são acostumadas a gastar mais do que recebem. É o que indica uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que revela que 77% dos brasileiros têm noção equivocada sobre o que é estar endividado.

Em casos de grandes endividamentos com contas em bancos, é possível recorrer à renegociação a com organização bancária ou fazer a portabilidade da dívida para um banco com menor cobrança de juros.

2. Recorrer ao controle financeiro pessoal apenas em casos críticos

Por desconhecimento, muitas pessoas acham que o controle financeiro pessoal é um recurso que só deve ser utilizado em última instância. Ou seja, alguém que esteja extremamente endividado e que busca uma solução radical, a fim de resolver todos os problemas financeiros a curto prazo. Isso é um grande engano! O controle financeiro pessoal faz parte de uma mudança no estilo de vida, uma transformação no modo como a pessoa lida com o dinheiro.

Portanto, ajustes nos hábitos de consumo, aplicações financeiras e cortes de despesas secundárias (viagens recorrentes e compras frequentes no cartão de crédito) devem ser incorporados em seu cotidiano. Não adianta empregar o controle financeiro pessoal só quando o endividamento se fizer presente.

3. Achar que despesas fixas são inalteráveis

É claro que contas de água, luz, telefone e supermercado precisam ser pagas mensalmente. Porém, um dos grandes erros no controle financeiro pessoal é acreditar que esses tipos de contas são inalteráveis. Há quem nem considera a possibilidade de negociação com as operadoras e acaba aceitando planos com alta cobrança de juros. Esse é um problema que se agrava com o passar do tempo, porque algumas prestadoras de serviços costumam reajustar o valor de seus planos de ano em ano. Ou seja, o cliente antigo acaba pagando mais caro que o cliente novo.

Geralmente, as operadoras desses serviços disponibilizam diversas opções de planos. Cada uma voltada para um perfil diferente de consumidor. Além disso, com contas de luz e de água, por exemplo, o usuário pode modificar os hábitos de consumo para que isso gere uma conta com valor reduzido.

4. Não considerar alternativas para aumentar a renda

Em casos extremos, mesmo elaborando um controle financeiro corretamente, há quem não consiga quitar os endividamentos. Se o planejamento das finanças foi feito da forma adequada e, mesmo assim, a renda não for suficiente para pagar as contas e as dívidas, o mais indicado é pensar em novas alternativas para aumentar a renda.

Em tempos de crise, muitas pessoas se dedicam aos negócios que necessitam de pouco investimento inicial, mas que tragam um lucro significativo a médio prazo. Infelizmente, nem todos enxergam essa possibilidade como uma forma de obter equilíbrio financeiro e acabam recorrendo a empréstimos e financiamentos.

5. Não possuir uma reserva financeira

Talvez um dos grandes erros no controle financeiro pessoal seja considerar apenas o contexto atual e não perspectivar o futuro. Muitas pessoas acabam “esquecendo” de reservar um quantia para ser usada em casos emergenciais. Ninguém está isento de ter problemas de saúde ou de ser demitido. Em situações críticas como essas, a vida muda completamente e é preciso ter uma garantia de que endividamentos serão evitados. É claro que deve-se priorizar a estabilidade financeira no presente, para depois pensar no futuro. No entanto, é importante reservar ao menos 10% do salário para se aplicar em um investimento confiável.

Reeducar-se financeiramente, em um primeiro momento, pode parecer algo complicado. Mas, não é impossível quando se tem o auxílio de profissionais especializados em finanças. Com a orientação do consultor financeiro pessoal da Bremenkamp Consultoria Financeira, você evitará erros no controle financeiro pessoal e ficará livre de endividamentos. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossa consultoria financeira pessoal!

 

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