As previsões para a economia, no ano que se inicia, trazem alívio para os investidores e para os consumidores em geral. Segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional), a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país, somado aos bens e serviços produzidos, foi mantida em 0,5%. Ainda de acordo com o FMI, com a freada na alta do dólar e a previsão de retomada do crescimento da economia, em 2017, o Brasil voltará a ser o oitavo maior PIB global.

O FMI afirma que a economia do Brasil continuará em recessão, mas a atividade parece estar perto de melhorar, à medida que os efeitos da crise econômica se dissipam. O declínio nos preços das commodities, os ajustes dos preços e a incerteza política trouxeram graves consequências para a economia Brasileira. Segundo o boletim Focus, do Banco Central (BC), a estimativa do mercado financeiro para a inflação recuou de 5,14% para 5,12%. Deste modo, permanece abaixo do teto de 6% – fixado para 2017. De qualquer forma, parece que a economia está prestes a melhorar. Confira as previsões para 2017.

2017 e o reajuste da economia

Inflação

economia

 

Em 2016, o Banco Central afirmou que buscaria reduzir o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2017, a promessa foi a conversão da inflação para a meta de 4,5%.

Câmbio, balança e investimentos

De acordo com a Revista Focus, a previsão dos economistas para o fechamento de 2017 é que o dólar se estabilize em R$ 3,45.  A previsão para o resultado da balança comercial é de US$ 48,4 bilhões, e para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil é de US$ 65 bilhões.

Taxa de Juros

A estimativa para a taxa de juros ficou estável em 11% ao ano, para o fechamento de 2017. O que pressupõe a continuidade da queda dos juros durante o ano.

O principal instrumento do Banco Central para tentar conter as pressões inflacionárias são as taxas básicas de juros. A instituição é obrigada a calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados, segundo o sistema de metas de inflação brasileiro.

O Banco Central pode abaixar os juros se julgar que a inflação está compatível com as metas preestabelecidas, e a taxas mais altas contribuem para a redução do consumo e do crédito – o que pode contribuir para o controle dos preços.

PIB (Produto Interno Bruto)

Segundo o Banco Central, os economistas das instituições financeiras elevaram sua previsão de 1,1% para um crescimento de 1,2%.

O PIB é a somatória de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independente de quem o produz, e serve para medir o comportamento da economia no país. Esta vai ser a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de queda no nível de atividade da economia. Em 2015, o recuo foi de 3,8%, o maior em 25 anos.

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